PRESENTES NOS JOGOS
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AUS
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3:11.58
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Magnussen, Roberts, Targett, Sullivan
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BRA
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RUS
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3:13.33
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Lobintsev, Izotov, Gretchin, Morozov
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ITA
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3:14.71
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FRA
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3:13.49
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Agnel, Gilot, Leveaux, Bernard
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AFS
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EUA
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3:13.53
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Adrian, Jones, Feigen, Phelps
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ALE
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3:15.88
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Prováveis medalhistas
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AUS
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EUA
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FRA
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A disputa pelas medalhas no
revezamento 4x100m, estilo livre, deverá ficar restrita a quatro países:
França, EUA, Rússia e Austrália. Nos campeonatos mundiais de 2009 e 2011 e nos
rankings mundiais de 2009 a 2011, foram esses países que se alternaram nas 3
primeiras posições. Para a análise neste blog, foram somados os 4 tempos dos 4
melhores competidores colocados no ranking mundial da prova de 100m. A Austrália,
campeã mundial em 2011 e líder do ranking no mesmo ano, é a grande favorita à
conquista da medalha de ouro em Londres-2012. Sua soma de tempos correspondeu a
3:11.58 min, quase 2 segundos à frente do segundo colocado. Porém, no mundial
de 2011, a diferença foi da apenas 0.14s em relação à França. Mas com Magnussen
e Roberts nadando bem à frente do resto do mundo, a diferença poderá aumentar. A
disputa pelas demais medalhas seria intensa, já que apenas 0.20s separariam
Rússia, França e EUA. A Rússia teria uma soma de 3:13.33 min, com Lobintsev,
Izotov e Gretchin com tempos na casa dos 48.20s, mas a disputa com os EUA, de
Phelps, Adrian e Jones, ajudados por Lezak, terminaria com vitória
norte-americana. No mundial de 2011, os EUA ficaram apenas na terceira posição.
A somatória dos tempos norte-americanos
deste ano resultam em 3:13.53 min. A França ficou a apenas 0.14s da Austrália e
seria apontada como a grande favorita à medalha de ouro. Entretanto, os
nadadores franceses não têm passado por um bom momento, inclusive com a
eliminação de Alain Bernard e Frederique Bousquet em suas principais provas.
Talvez tenham realizado as seletivas cedo demais, mas o fato é que não estão no
mesmo passo que os australianos. Ainda assim, poderiam ficar no pódio, atrás de
Austrália e EUA. Os demais países dificilmente chegariam ao pódio. O Brasil
prefere que Cielo se concentre nas provas individuais. A Itália possui bons
velocistas, mas ainda falta muito para chegar às melhores equipes do mundo.
Alemanha e África do Sul são competitivos, mas sem chances de pódio.
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