domingo, 22 de julho de 2012

NATAÇÃO - M - 4x100m, livre



PRESENTES NOS JOGOS

AUS
3:11.58
Magnussen, Roberts, Targett, Sullivan
BRA
 -

RUS
3:13.33
Lobintsev, Izotov, Gretchin, Morozov
ITA
3:14.71

FRA
3:13.49
Agnel, Gilot, Leveaux, Bernard
AFS
 -

EUA
3:13.53
Adrian, Jones, Feigen, Phelps
ALE
3:15.88


Prováveis medalhistas

AUS
EUA
FRA

A disputa pelas medalhas no revezamento 4x100m, estilo livre, deverá ficar restrita a quatro países: França, EUA, Rússia e Austrália. Nos campeonatos mundiais de 2009 e 2011 e nos rankings mundiais de 2009 a 2011, foram esses países que se alternaram nas 3 primeiras posições. Para a análise neste blog, foram somados os 4 tempos dos 4 melhores competidores colocados no ranking mundial da prova de 100m. A Austrália, campeã mundial em 2011 e líder do ranking no mesmo ano, é a grande favorita à conquista da medalha de ouro em Londres-2012. Sua soma de tempos correspondeu a 3:11.58 min, quase 2 segundos à frente do segundo colocado. Porém, no mundial de 2011, a diferença foi da apenas 0.14s em relação à França. Mas com Magnussen e Roberts nadando bem à frente do resto do mundo, a diferença poderá aumentar. A disputa pelas demais medalhas seria intensa, já que apenas 0.20s separariam Rússia, França e EUA. A Rússia teria uma soma de 3:13.33 min, com Lobintsev, Izotov e Gretchin com tempos na casa dos 48.20s, mas a disputa com os EUA, de Phelps, Adrian e Jones, ajudados por Lezak, terminaria com vitória norte-americana. No mundial de 2011, os EUA ficaram apenas na terceira posição.  A somatória dos tempos norte-americanos deste ano resultam em 3:13.53 min. A França ficou a apenas 0.14s da Austrália e seria apontada como a grande favorita à medalha de ouro. Entretanto, os nadadores franceses não têm passado por um bom momento, inclusive com a eliminação de Alain Bernard e Frederique Bousquet em suas principais provas. Talvez tenham realizado as seletivas cedo demais, mas o fato é que não estão no mesmo passo que os australianos. Ainda assim, poderiam ficar no pódio, atrás de Austrália e EUA. Os demais países dificilmente chegariam ao pódio. O Brasil prefere que Cielo se concentre nas provas individuais. A Itália possui bons velocistas, mas ainda falta muito para chegar às melhores equipes do mundo. Alemanha e África do Sul são competitivos, mas sem chances de pódio.  

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